O Oceano no Fim do Caminho

O lado bom de ter amigos nerds e tão estranhos quanto eu é que: temos gostos parecidos. Graças a isso e ao bom coração do Pedro, ganhei esse livro que eu tanto queria. Obrigada Pedrooo!


O Oceano no Fim do Caminho conta a história de um homem de meia idade, cujo nome não é mencionado, por causa de um velório ele volta para a região onde viveu quando criança. A casa em que ele viveu já não está mais lá, mas ele segue até o fim da estrada em direção a fazenda das Hempstock, onde sua amiga Lettie morava com a mãe e a avó, ao chegar lá ele é recepcionado pela senhora Hempstock e pede permissão para ir até o lago que tem nos fundos da fazenda, que Lettie chamava de oceano, tudo isso traz a tona muitas lembranças da sua infância. Fica evidente que ele gostava muito, mas muito mesmo, de ler quando criança pois ele cita vários livros como As Crônicas de Nárnia de C.S. Lewis, Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll, Onde Vive os Monstros de Maurice Sendak e isso explica a imaginação super fértil dele quando criança e também cria uma linha muito tênue entre o real e o imaginário. É um livro incrível que me proporcionou várias sensações em um mesmo capítulo!

"– Ninguém realmente se parece por fora com o que é de fato por dentro. Nem você. Nem eu. As pessoas são muito mais complicadas que isso. É assim com todo mundo." página 129.
A maneiro como Neil Gaiman conduziu essa narrativa me fez lembrar, incontáveis vezes durante a leitura, uma frase que vi em um filme de 1998: Quando O Amor Acontece, com a Mae Whitman e a Sandra Bullock, no final do filme a personagem da Mae diz que "a infância é o que você passa o resto da vida tentando se recuperar". E acho que é isso mesmo que Gaiman quis mostrar, sobre o quanto a infância pode ser mágica, mas também como alguns traumas dela nós passamos toda uma vida tentando nos recuperar.





E nessa última foto eu tentei mostrar a lindeza das palavras em alto relevo na capa *.*

Beijos

Zoey and Jasper

A Grace Chon é uma fotógrafa comercial especializada em retratos de animais e pessoas com seus pets, ela também é mãe desse fofo de 10 meses, chamado Jasper e dona da Zoey, essa cadelinha adotada em Twain. Juntos eles formam uma família feliz e que inspirou a criatividade de Grace. O resultado é overdose de fofura!


Beijos


Um conselho que segui

Tem coisas que vale a pena repostar! (postado originalmente 23/04/2013)



Fechei os olhos e fingi que era só um sonho ruim, seguindo o conselho do Jack Sparrow. Criei uma nova realidade bem mais tranquila e feliz, troquei o dia em tons de cinza por um céu azul,  o asfalto por areia, o som dos carros e buzinas pelo som do mar e todo o medo por muita preguiça. Nunca fui praieira, mas as propriedades analgésicas contidas no mar são incontestáveis, basta sentar e ouvir pra acalmar e relaxar e, aos poucos, ele vai levando a dor. Meu desejo nunca foi fugir da minha realidade, sei o quanto ela é importante pra mim, era apenas uma válvula de escape dessa que nos faz tirar férias da realidade.
Embora tenha crescido sendo chamada de princesa, nunca acreditei em contos de fadas e nem nas princesas da Disney, mas sempre acreditei no poder de uma boa história e isso explica minhas paixões e inspira minha vida. Aquela foi a primeira vez de muitas em que fugi, também foi o único conselho do Jack que segui. Mesmo sabendo que falando assim posso parecer um pouco louca, fujo pra voltar mais sensível aos outros, me curo sozinha só pra estar pronta para ajudar a curar os outros. Assim, tipo um Wolverine que, aconselhado por Jack Sparrow, foge e se refugia em Nárnia, super normal!.

Cinema em Degradê #01


Há uma semana, fui assistir "Capitão América: O Soldado Invernal" e eu não pretendia voltar a escrever no blog, mas esse filme foi tão sensa que mereceu um post doo tipo "antes tarde do que nunca"!
Tudo o que eu posso dizer é que se você não é muito fã de quadrinhos e suas adaptações para o cinema, eu diria que você deve deixar pra dizer isso depois de assistir os dois filmes do Capitão América. E se você não curtia muito, mas agora está pensando em começar a assistir as adaptações dos quadrinhos para o cinema, eu aconselho a começar pelos filmes do Capitão América. Calma que eu explico!
Eu achei Capitão América mais "abrangente", digamos assim, e ficou mais fácil pra entender as organizações fictícias, os personagens, as rivalidades e, parcialmente, o Universo Marvel. E o mais legal de tudo, na minha humilde opinião, é que você entende um pouco da influência social e comportamental dos quadrinhos na sociedade americana do século XX e que se estende até os nossos dias.
Acho que o segundo filme do Capitão América pode ser definido como: surpreendente. Há vários momentos inesperados e reviravoltas no decorrer do filme, com algumas cenas com um leve tom de comédia e fortes cenas de ação, superando o esteriótipo de filme de super-herói. Além da surpresa que eu já mencionei no instagram, escondida até o final dos créditos. Vale a pena assistir!

E, pra finalizar, deixo pra vocês a música delicinha que o Falcão indica pro Steve logo no começo do filme e que eles escutam no final do filme também.


Beijos. S.

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